terça-feira, 3 de junho de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Perdeu a vida na única vez que ele precisou da área pública da saúde
Um homem de 53 anos morreu uma semana depois de o hospital Alberto Torres, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, negar sua internação. Aquiles Ferreira Alves foi levado pelos vizinhos ao Pronto-Socorro Central de São Gonçalo, após sofrer um AVC em casa, em 23 de abril. Sem um profissional especialista em neurocirurgia, o estabeleciemento solicitou transferência do paciente. A sobrinha da vítima afirma que o tio "foi rejeitado" pelo hospital Alberto Torres.
Agravado o quadro clínico de Aquiles, a família recorreu à Justiça, que deferiu uma liminar a favor do atendimento do paciente. Mas somente, em 28 de abril, a transferência para o Alberto Torres ocorreu, quando a sobrinha do homem, Edneia Marinho, ligou para o assessor do governador do Estado do Rio. No dia seguinte, o paciente morreu.
— O meu tio não volta mais, mas a gente quer justiça. Um homem trabalhador, um homem digno que lutou a vida toda. E perdeu a vida na única vez que ele precisou da área pública da saúde, ele foi negado, como se fosse um animal.
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Em greve, servidores de saúde do Rio entregam pauta de reivindicação a deputados
Servidores estaduais da saúde em greve entregaram nesta terça-feira
(27) uma carta de reivindicação à ALERJ (Assembleia Legislativa do
Estado do Rio de Janeiro). Eles querem que parlamentares atuem para
conceder à categoria reajuste salarial de cerca de 150%, recompondo
perdas e atualizando a remuneração de cargos de nível médio e superior,
que estão sem reajuste há 14 anos, segundo o Sindsprev-RJ (Sindicato dos
Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência Social).
Estão paradas desde o dia 21 a Vigilância Sanitária, a Vigilância
Epidemiológica, a área de recursos humanos e, parcialmente, o Hospital
Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, na zona oeste do Rio, segundo o
sindicato.
— Temos uma adesão por setores no hospital, devido à natureza da
unidade, que é de emergência— explicou a diretora, Denise Nascimento.
Ela esclareceu que a greve não prejudica serviços essenciais, como a
emergência e a distribuição de medicamentos.
Segundo Denise, o vencimento básico do nível médio é de R$ 157,04 e
de nível superior, de R$ 208. Para complementar os salários, o governo
paga uma gratificação, “que serve ainda para completar o salário de
servidores, que chega a ficar abaixo do salário mínimo nacional”. “São
vencimentos de R$ 700 a R$ 800 para nível médio e R$ 1 mil a R$ 1,2 mil
para médico, enfermeiro, todos de nível superior”, destacou.
Os servidores querem também a incorporação da gratificação. Para
tratar da greve, está previsto para quarta-feira (28) um encontro da
categoria com o secretário estadual de saúde, Marcos Esner Musafir.
— Vamos ter essa reunião com o secretário e depois avaliar o que fazer.
Porque, agora, sim, vamos parar os hospitais especializados— ameaçou
Denise.
A categoria é composta por 20 mil servidores, sendo 16 mil em
atividade, em cerca de 20 unidades de saúde. Na última semana, a
Secretaria de Estado de Saúde informou que recebeu os trabalhadores
duas vezes e que, por decisão judicial, não pode negociar com o
Sindsprev.
deputada Janira Rocha e Paulo Ramos
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Médicos do Andarai denunciam o caos do hospital
Importantíssimo vídeo postado no "YOUTUBE" sobre as condições
deploráveis do Hospital Federal do Andaraí do Rio de Janeiro --
Ministério da Saúde, ferindo a dignidade humana, pondo em risco os
pacientes e funcionários.
Faltam poucos dias para o II Seminário Nacional de Saúde do PSOL
Faltam poucos dias para o II Seminário Nacional de Saúde do PSOL, que será em Niterói/RJ, nos dias 24 e 25 de maio. O militante que não se inscreveu, ainda tem tempo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através deste formulário eletrônico. O Setorial Nacional de Saúde do PSOL, organizador do seminário, pede que todos preencham o formulário, mesmo aqueles que já tenham confirmado presença no evento do Facebook.
O seminário vai acontecer na Câmara Municipal de Niterói (Av. Ernani Amaral Peixoto, 625 – Centro). Informações sobre hospedagem e como chegar ao local estão disponíveis no blog do Setorial, no endereço: http://www.psolsaude.com.br/ 182.
Organização pretende transmitir seminário pela internet
Os organizadores do II Seminário Nacional de Saúde do PSOL pretendem transmitir o evento pela internet. Se você não poderá comparecer, mas pretende acompanhar os debates, informe neste formulário sua intenção em assistir à transmissão das mesas pela internet, ao vivo. Os grupos de trabalho e a plenária final não serão transmitidos.
Como a transmissão depende de viabilidade técnica (principalmente quanto ao sinal de Internet estável), até o início do evento a organização avisará aos interessados se ela realmente acontecerá.
Confira a programação:
24/05 - Sábado
09:00 - 09:30 - Abertura
09:30 - 12:00 - Mesa 1: Da Reforma Sanitária ao SUS de hoje: Onde fomos parar?
O seminário vai acontecer na Câmara Municipal de Niterói (Av. Ernani Amaral Peixoto, 625 – Centro). Informações sobre hospedagem e como chegar ao local estão disponíveis no blog do Setorial, no endereço: http://www.psolsaude.com.br/
Organização pretende transmitir seminário pela internet
Os organizadores do II Seminário Nacional de Saúde do PSOL pretendem transmitir o evento pela internet. Se você não poderá comparecer, mas pretende acompanhar os debates, informe neste formulário sua intenção em assistir à transmissão das mesas pela internet, ao vivo. Os grupos de trabalho e a plenária final não serão transmitidos.
Como a transmissão depende de viabilidade técnica (principalmente quanto ao sinal de Internet estável), até o início do evento a organização avisará aos interessados se ela realmente acontecerá.
Confira a programação:
24/05 - Sábado
09:00 - 09:30 - Abertura
09:30 - 12:00 - Mesa 1: Da Reforma Sanitária ao SUS de hoje: Onde fomos parar?
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Eduardo Stotz - Pesquisador ENSP/Fiocruz
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Felipe Monte Cardoso - Setorial de Saúde do PSOL
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Paulo Pinheiro - Vereador pelo PSOL - Rio de Janeiro
13:30 - 16:00 - Mesa 2: Atenção Básica, Mais Médicos e o SUS pós-junho de 2013.
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Filipe Malta - Estudante de Medicina - DENEM
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Representante do Setorial de Saúde do PSOL
16:00 - 18:00 - Grupos de Trabalho
25/05 - Domingo
09:00 - 11:30 - Mesa 3: Capitalismo e Saúde no Brasil
25/05 - Domingo
09:00 - 11:30 - Mesa 3: Capitalismo e Saúde no Brasil
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Áquilas Mendes - Professor Faculdade de Saúde Pública da USP
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Fátima Siliansky - Professora UFRJ - Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde
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Maria Valéria Correia - Professora UFAL - Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde
13:00 - 17:00 – Plenária
Sobre o seminário
O objetivo do Setorial Nacional de Saúde do PSOL é aproveitar a proximidade do momento eleitoral para aprofundar, coletivamente, a formulação programática na área de saúde. O objetivo, segundo os organizadores, é qualificar a atuação dos militantes nos movimentos sociais, contribuir com a atuação dos parlamentares do PSOL e influenciar as candidaturas legislativas e executivas do partido nas eleições de 2014. O seminário complementa ainda o ciclo de debates que vem acontecendo através de mesas nas principais capitais brasileiras, organizado pela Executiva Nacional do PSOL.
O seminário contará com mesas de debate e grupos de discussão e com a participação de parlamentares e militantes do partido, além de ativistas e pensadores da saúde que não são filiados ao PSOL mas que se dispõem a ajudar na formulação coletiva.
Sobre o seminário
O objetivo do Setorial Nacional de Saúde do PSOL é aproveitar a proximidade do momento eleitoral para aprofundar, coletivamente, a formulação programática na área de saúde. O objetivo, segundo os organizadores, é qualificar a atuação dos militantes nos movimentos sociais, contribuir com a atuação dos parlamentares do PSOL e influenciar as candidaturas legislativas e executivas do partido nas eleições de 2014. O seminário complementa ainda o ciclo de debates que vem acontecendo através de mesas nas principais capitais brasileiras, organizado pela Executiva Nacional do PSOL.
O seminário contará com mesas de debate e grupos de discussão e com a participação de parlamentares e militantes do partido, além de ativistas e pensadores da saúde que não são filiados ao PSOL mas que se dispõem a ajudar na formulação coletiva.
Fonte: Setorial Nacional de Saúde do PSOL
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