sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Uma médica estrangeira utilizava-se do Google para tirar dúvidas e prescrever medicamentos para os pacientes.

saúde

Cremerj denuncia que médica estrangeira abusa do Google

A diretoria do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) flagrou, em fiscalização, diversas irregularidades no programa “Mais Médicos”, do Ministério da Saúde. A mais chocante delas aconteceu no dia 22 de janeiro, na Clínica da Família Mário Dias de Alencar, em Senador Camará, onde uma médica estrangeira utilizava-se do Google para tirar dúvidas e prescrever medicamentos para os pacientes. Segundo o Cremerj, a profissional de saúde não tinha conhecimentos de farmacologia brasileira e, por isso, recorreu constantemente à internet para pesquisas. Além isso, usava também um programa de tradução simultânea espanhol-português instalado em seu computador para se comunicar com os pacientes.

O Conselho constatou, ainda, problemas como a falta de orientação do Ministério da Saúde (MS) e de supervisão na hora do atendimento, conforme previstos em lei. Foram visitados também o Centro Municipal de Saúde Catiri e o Centro Municipal de Saúde Professor Edgard Magalhães Gomes, nos dias 17 e 29 de janeiro, respectivamente, onde foram encontradas diversas irregularidades.

Durante a visita, o Cremerj presenciou médicos estrangeiros realizando atendimentos e pedindo exames sem a supervisão de um médico brasileiro. Em outro caso, três médicos estrangeiros atuavam sem supervisão, pois a diretora técnica estava de férias. Com isso, colegas brasileiros que trabalham na unidade são questionados sobre dúvidas clínicas e constantemente solicitados a carimbar receitas controladas e prescritas pelos estrangeiros, apesar de não concordarem com esse ato. Sobre a presença do MS orientando os profissionais, segundo médicos do programa, eles estiveram na clínica uma única vez em novembro.

Em outra unidade, o Conselho verificou que médicos estrangeiros também atuavam sozinhos, pois a supervisão acontece somente duas vezes na semana pela diretora técnica. Já a preceptoria comparece à unidade apenas uma vez por mês. Segundo os estrangeiros, em caso de dúvidas, eles debatem entre si e nunca ouviram falar de outros meios para orientação, como teleconferência e grupos de e-mails – ferramentas que o MS diz usar e considera eficientes.



“Esse tipo de tratamento que a população está recebendo é inaceitável. Médicos do programa do MS estão atuando sem a preceptoria do ministério e sem a supervisão nos atendimentos, conforme exige a lei 12.871/13, que institui o Mais Médicos. Esse descumprimento da lei mostra a improvisação do governo com o programa e com a sociedade”, declara o presidente do Cremerj, Sidnei Ferreira.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Plano de saúde para servidor do estado

►Agora estamos vendo a razão pela qual o GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL, demoliu todo IASERJ CENTRAL e aniquilou toda a rede que deveria atender o servidor público. 

► AS VERBAS DOS SUS SÓ PODEM SER TRANSFERIDAS, SE O SERVIDOR DA SAÚDE TIVER PLANOS DE CARGOS CARREIRAS E SALÁRIOS (PCCS's).

DRA CRISTINA DO IASERJ: O MUNDO DA FANTASIA DOS GESTORES DA SAÚDE É UM HORROR.

Servidores participam da audiência pública no auditório do MP/RJ 
AUDIÊNCIA PÚBLICA DA SAÚDE - 05 DE DEZ 2013
ACESSO E REGULAÇÃO NO SUS: DESAFIOS DA CONCRETIZAÇÃO DO SUS CONSTITUCIONAL 


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O SUS É DA REDE D'Or

Servidores participam da audiência pública no auditório do MP/RJ 
AUDIÊNCIA PÚBLICA DA SAÚDE - 05 DE DEZ 2013 - ACESSO E REGULAÇÃO NO SUS:

DESAFIOS DA CONCRETIZAÇÃO DO SUS CONSTITUCIONAL

Sindsprev diz que privatização na saúde mata

O Sindsprev-RJ criticou as privatizações na saúde e o descaso dos governos municipal, estadual e federal com os servidores e a população durante audiência pública promovida, na quinta-feira (5), pelo Ministério Público do Rio.

Os secretários de Saúde do município, Hans Dohamann, e do estado, Sérgio Côrtes, não compareceram. Enviaram representantes das secretarias e uma nota conjunta na qual defendem as gestões da saúde e criticam o Ministério Público por divulgar levantamento que mostra um quadro caótico do atendimento nas UPAs (Unidade de Pronto-Atendimento 24 Horas) e nas emergências dos hospitais.

Os representantes das três esferas de governo usaram o tempo que lhes foram oferecidos para apresentar números e divulgar supostas melhorias na saúde. As apresentações, artificiais, foram criticadas pelos servidores. “Dissemos que aquilo tudo que estava sendo mostrado é mentira, a verdade é que o povo está morrendo na fila”, relata Clara Fonseca, da direção do Sindsprev-RJ, que também criticou a ausência das autoridades.

“Ninguém se responsabiliza por nada, deram as costas para a população e para os funcionários. Ele [Sérgio Côrtes] ainda deve estar em Paris dançando com guardanapinho na cabeça... quando ele passou mal, a ambulância do Samu levou ele para o Quinta D’Or, não levou para um hospital público”, disse, se referindo a episódio irregular até hoje não justificado pelo governo.

Também foi alvo de críticas a metodologia adotada na audiência, na qual representantes das secretarias e do Ministério da Saúde usaram largo tempo para apresentar seu ‘balanços’, enquanto a palavra só foi aberta ao público no final do evento. A maior parte da plateia era composta por pessoas ligadas a organizações sociais ou às secretarias. “Me mandaram vir aqui, argumentei que tinha vários pacientes na fila, mas insistiram”, comentou um médico do município, que ressaltou não defender o que acontece hoje na saúde municipal. “Nem sei por que me pediram para vir, eu não concordo com nada disso que está acontecendo, as pessoas estão se arrastando em casa [a espera de serem chamadas na fila virtual]”, criticou.

Ao falar, o servidor Kaiser Albuquerque defendeu o retorno do Hospital Pedro II para o estado e o fim da privatização da unidade. O Ministério Público do Rio entrou com ação civil público na Justiça pelo fim do contrato da Prefeitura com a Biotech, organização social que controla o Pedro II. Kaiser disse que o suposto incêndio que levou à transferência do hospital para o município foi uma farsa montada para justificar a privatização.

A médica Antonieta Campos Xavier, a Dra. Baiana, criticou a demolição do Iaserj, que qualificou como um crime contra a saúde pública. Baiana participou da resistência em defesa do hospital, na Cruz Vermelha, e, certa vez, chegou a declarar que só “sairia dali com o Bope”. Algum tempo depois, todos os que participavam da ocupação contra a demolição foram retirados, junto com pacientes internados, pela força da Tropa de Choque do governador Sérgio Cabral Filho.

A Lei do SUS é uma afronta!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

VAMOS LUTAR POR UMA SAÚDE PÚBLICA DE QUALIDADE


AUDIÊNCIA PÚBLICA DA SAÚDE - DEZ 2013 - ACESSO E REGULAÇÃO NO SUS:
DESAFIOS DA CONCRETIZAÇÃO DO SUS CONSTITUCIONAL
Data : 05/12/2013 Hora : 12h às 19h
Local : Av. Marechal Câmara, 370, 9º andar - Centro - Castelo. Auditório do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro/MPERJ.


Maiores informações: http://www.jusbrasil.com.br/diarios/61341898/doerj-ministerio-publico-06-11-2013-pg-2

Inscrições: http://www5.mprj.mp.br/pjSaude/