quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Servidores do Rocha Faria e Eduardo Rabelo confirmam participação na assembléia de 15/08 no SINDSPREV

Em assembleias realizadas nessa terça-feira 9, os servidores do Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, e do Hospital Geriátrico Eduardo Rabelo (antigo IASERJ de Vasconcelos) aprovaram sua participação maciça na assembléia geral da saúde estadual e da Fesp da próxima segunda-feira, 15 de agosto, no Sindsprev/RJ. Os servidores das duas unidades também referendaram a pauta unificada de reivindicações, que prevê reajuste emergencial de 100% da remuneração; incorporação de todas as gratificações (como GEELED e PCA); implementação do PCCS; regularização funcional dos trabalhadores da FESP; reabertura imediata do Hospital Pedro II e contra os projetos que privatizam a saúde, como ‘fundações’ e ‘organizações sociais’. Nas assembleias do Rocha Faria e Eduardo Rabelo, os servidores também foram informados de que os deputados estaduais Paulo Ramos (PDT) e Janira Rocha (PSOL) pediram oficialmente a constituição de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a situação da saúde pública no Estado do Rio.

No Rocha Faria, ponto paralelo e contracheque com nomenclatura estranha

Na assembléia do Rocha Faria, os servidores denunciaram a existência de um ‘ponto paralelo’ (não oficial) no Hospital. Segundo Clara Fonseca, diretora do Sindsprev/RJ e servidora da unidade, o referido ‘ponto’ não possui, em seu verso, os códigos de controle típicos dos pontos oficiais. “O pior — diz Clara — é que todos os servidores estão desde junho assinando este ponto, sem perceber. Para nós, servidores concursados, a existência desse ponto paralelo pode dar margem à entrada de funcionários fantasmas no Hospital, o que é preocupante”.
Outra denúncia feita pelos servidores do Rocha Faria foi quanto à nomenclatura dos atuais contracheques, nos quais estão faltando algumas importantes rubricas, como a classe e tempo de serviço público. Nos contracheques, todos os servidores estariam lotados ‘em ambulatório’. “Suspeito que estejam fazendo isto para escapar ao pagamento do adicional-noturno, que ganhamos numa ação movida pelo Sindsprev/RJ. Cobrei explicações do setor de recursos humanos da Secretaria de Planejamento [Seplag], que me disse não saber o motivo para tal classificação”, explicou Clara.
O Sindsprev/RJ cobrará explicações formais das secretarias estaduais de saúde e de planejamento.

sábado, 6 de agosto de 2011

ATO DA SAÚDE - DOMINGO EM COPACABANA

A SAÚDE VAI À PRAIA DOMINGO!

Vamos fazer uma manifestação e pedir o apoio da população.

Médicos, dentistas, suas famílias e demais profissionais de saúde estão convidados a participar da atividade de protesto contra o descaso da saúde pública e a reforma da previdência municipal, que cassa os direitos dos seus servidores. A manifestação será realizada no próximo domingo, dia 07/8, às 10h, em frente ao Copacabana Palace.
Na oportunidade serão colhidas assinaturas da população para um abaixo-assinado dirigido ao prefeito do Rio de Janeiro. O movimento contará com um grupo de teatro, que fará apresentação contando a história da crise da saúde pública e as suas mazelas. Na ocasião, serão distribuídas cartas à população, além da relação dos direitos dos usuários do SUS. No local também estarão painéis, que exibirão fotos da degradação da assistência da nossa população dos hospitais da rede pública.
Estarão presentes ao protesto, parlamentares e representantes da sociedade civil organizada.
Sua presença é fundamental para a vitória do movimento!
Contamos com você e seus familiares!

SINDICATO DOS MÉDICOS

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A SAÚDE VAI À PRAIA DOMINGO!

Vamos fazer uma manifestação e pedir o apoio da população.

Médicos, dentistas, suas famílias e demais profissionais de saúde estão convidados a participar da atividade de protesto contra o descaso da saúde pública e a reforma da previdência municipal, que cassa os direitos dos seus servidores. A manifestação será realizada no próximo domingo, dia 07/8, às 10h, em frente ao Copacabana Palace.
Na oportunidade serão colhidas assinaturas da população para um abaixo-assinado dirigido ao prefeito do Rio de Janeiro. O movimento contará com um grupo de teatro, que fará apresentação contando a história da crise da saúde pública e as suas mazelas. Na ocasião, serão distribuídas cartas à população, além da relação dos direitos dos usuários do SUS. No local também estarão painéis, que exibirão fotos da degradação da assistência da nossa população dos hospitais da rede pública.
Estarão presentes ao protesto, parlamentares e representantes da sociedade civil organizada.
Sua presença é fundamental para a vitória do movimento!
Contamos com você e seus familiares!
SINDICATO DOS MÉDICOS

Exigimos a valorização dos profissionais de saúde, através de reposição salarial,e implantação imediata do Plano de Carreira, Cargos e Salários

ATO DE APOIO AOS BOMBEIROS DIA 3 DE AGOSTO NA ALERJ!





quarta-feira, 3 de agosto de 2011

COBRANDO SEUS DIREITOS



Funcionários da saúde pública do estado fizeram manifestação nas escadarias da Alerj
Categoria reivindica auxílios transporte, alimentação e aumento salarial de 100%
Colaboração de Fernanda Loureiro
Funcionários da saúde pública do estado realizaram um protesto ontem nas escadarias da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Os servidores da saúde e da Fundação Escola de Serviço Público (Fesp) reivindicam os auxílios transporte, alimentação e também adicional noturno. Benefícios esses, que segundo a categoria, não tem.
Os servidores querem ainda a inclusão do plano de cargos e carreiras e aumento salarial imediato de 100%, já que a categoria não recebe reajuste há mais de 15 anos.
O protesto foi dirigido pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social no Estado do Rio de Janeiro (Sindsprev/RD e de acordo com a diretora da Regional Centro do Sindicato, Denise Nascimento os profissionais não possuem todos os seus direitos.
"Tem mais de 15 anos que não temos reajustes, não temos auxílio-transporte, alimentação, plano de carreira, nada. Nosso piso é de R$ 157 para Nível Médio e R$ 208 para Nível Superior, que incluiu os médicos. Nós não temos todos os direitos legalmente estipulados. Esse ato é para que seja realizada uma negociação com o governo. Precisamos sentar e negociar a nossa situação. Não é só a questão salarial, hoje há hospitais fechados onde as pessoas estão morrendo porque não há hospitais nem profissionais para atender à popu-
lação .São necessários concursos públicos para suprir as necessidades da população", afirmou.
Ainda segundo a diretora, os funcionários não possuem plano de saúde e Instituto de Assistência dos servidores do Rio (Iaserj) foi extinto.
"Nós somos usuários desse sistema de saúde estadual. Não temos plano de saúde e o nosso Iaserj foi extinto. Por isso, temos autoridade de reivindicar essa pauta porque somos usuários do sistema. Queremos uma saúde pública estatal e de qualidade para a população", ressaltou.
Investigação
O movimento dos funcionários estaduais da Saúde possui o apoio dos deputados estaduais do Psol Janira Rocha e Marcelo Freixo. Além dos parlamentares Paulo Ramos (PDT) e Enfermeira Rejane(PCdoB).
A deputada Janira Rocha ressaltou que é importante investigar para onde vai o di-
nheiro destinado à saúde.
"Hoje é o primeiro dia do movimento e iniciaremos um processo de debate com os parlamentares. Eu venho conversando com o presidente da Casa e ele se mostrou bastante receptivo assim como o líder do governo André Corrêa. Esse dia de luta e marca o início da campanha salarial emergencial. Vamos enviar uma pauta para a Alerj e uma para o governador Sérgio Cabral. Entre elas está a efetivação de 10 mil trabalhadores que estão como temporários, mas são concursados. Assim como a instalação da CPI da Saúde porque é muito importante saber para onde vai esse dinheiro que falta para saúde" disse.

JORNAL POVO DO RIO