quarta-feira, 25 de maio de 2011

DEBATE TV ALERJ - PLANO DE CARGOS CARREIRAS E SALÁRIOS

Deputado Bruno Correia (PDT) debate problemas da saúde do estado com secretário de Saúde Sérgio Côrtes

Em seu primeiro ato oficial como presidente da comissão de saúde da ALERJ, o deputado estadual Bruno Correia, acompanhado do Líder do Governo na ALERJ, André Corrêa, e demais membros da comissão participaram de uma reunião com o secretário estadual de saúde, Sérgio Côrtes.

Durante o encontro o Secretário apresentou as melhorias realizadas na área de saúde do estado, como o aumento do numero de leitos, a implantação das UPAS e o funcionamento do SAMU.

Em relação a super lotação do Hospital Rocha Faria, fica evidente que a falta de leitos na Zona Oeste agravada com o fechamento do Hospital PedroII, é a grande responsável pela atual situação. A primeiro momento uma possível saída para amenizar a situação é a melhor distribuição dos pacientes através de uma triagem feitas pelas ambulâncias do SAMU e do Corpo de Bombeiros.

Na próxima reunião da comissão de saúde, os deputados vão fazer uma avaliação desse encontro para definir uma estrategia de trabalho. O presidente da comissão, deputado Bruno Correia, já confirmou que vão ser realizadas vistorias em diversas unidades de saúde do estado.

Marcelo Hollanda

terça-feira, 24 de maio de 2011

Qual é a orientação sexual do governador Sérgio Cabral?

Num discurso irônico, o deputado Paulo Ramos perguntou qual era a orientação sexual do governador Sérgio Cabral, que, no início da semana, pediu que policiais militares, civis e bombeiros "saíssem do armário" e que fossem à próxima passeata promovida por gays, lésbicas, transexuais e simpatizantes.
Os militares, segundo o governador, poderiam comparecer até fardados e em viaturas oficiais, o que contraria a legislação.
"Já que o governador quer se intrometer na vida sexual dos outros, cabe a pergunta: qual é, afinal, a orientação sexual do governador? Quando ele trabalhava nessa Assembléia havia uma grande dúvida sobre as preferências sexuais do atual que assombrava os corredores", afirmou o deputado, lembrando que não é homofóbico e que apóia toda a luta dos que se sentem discriminados por sua orientação sexual.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Superlotação continua no Rocha Faria

 A difícil tarefa de dar à luz nos hospitais do Rio

Ao lado do filho recém-nascido, a doméstica Hosana Avelar, de 30 anos, era uma das quatro gestantes que estavam acomodadas numa cadeira de um dos corredores da maternidade do Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande. Sentada e ainda com os pontos do parto, ela esperava que uma outra mãe tivesse alta para ocupar um leito. O drama das mulheres que se revezam em cadeiras ou ficam até em colchões no chão, antes e depois do parto, foi constatado durante um levantamento do Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj), nos últimos 30 dias, em maternidades públicas do Centro e das zonas Norte e Oeste da cidade.
- Ficar sentada nesta cadeira é horrível. Os pontos ainda incomodam muito e o corredor é muito frio. Fico preocupada com o bebê - desabafou Hosana, que tentou escapar de ter o seu primeiro filho no Rocha Faria. - Quando eu estava grávida, ficava desesperada sempre que via pela televisão o caos no hospital. Alguns dias antes do parto, tentei ser atendida num hospital de Itaguaí, mas o médico me disse lá que não estava na hora. Quando a bolsa estourou, não tive alternativa.

Moradora de Cosmos, na Zona Oeste, Hosana teve o filho no Rocha Faria no dia 9 deste mês, à tarde, e foi transferida para um corredor da unidade na manhã seguinte. De acordo com o levantamento do Cremerj, no Hospital Rocha Faria, em janeiro deste ano, a média mensal de partos subiu de 350 para 750. Na unidade, por causa da grande demanda, foram adicionadas 25 cadeiras para acomodar as grávidas ou as mulheres já com seus filhos recém-nascidos. Na UTI também foram sentidos os efeitos da escassez de leitos na região. Numa das visitas do Cremerj ao hospital, foi constatado que, num espaço indicado para 20 leitos de UTI neonatal, estavam acomodados 30 bebês.
- Depois do parto, meu filho foi levado para a UTI por causa de problemas com glicose. Eu estava no leito, mas tive que ceder a vaga a outra mãe e fiquei com a cadeira. Estou com muita dor nas costas - contou Nadine Cristina Santiago, de 25 anos, moradora de Santa Cruz, que estava no Rocha Faria. - O Hospital Pedro II (estadual) está fechado. Como fica a população?
Para a presidente do Cremerj, Márcia Rosa de Araújo, a superlotação nas maternidades da cidade foi agravada com o fechamento do Pedro II, em Santa Cruz, e da Maternidade Pro Matre, no Centro. Somadas, essas duas unidades faziam cerca de 900 partos por mês (400 na primeira e 500 na segunda).
- A solução de suprir a carência de leitos nas maternidades colocando essas mulheres em cadeiras é desumana. Esse é um momento crucial, em que é necessário dar todo o amparo à paciente - disse Márcia, informando que encaminhou um relatório com a situação das maternidades ao Ministério Público Estadual

sábado, 21 de maio de 2011

ASSISTA O DEBATE SOBRE A SAÚDE NA TV ALERJ

 
Assista o debate com o deputado Paulo Ramos,  Kaiser de Albuquerque Moreira, filiado ao Sindsprev e diretor da Associação dos Funcionários do Hospital Estadual Pedro II, e Clara Fonseca,  diretora do Sindsprev e presidente da Associação dos Funcionários do Hospital Estadual  Rocha Faria,
O programa Alerj em Debate vai ao ar neste  domingo às 18 horas.
Assista o DEBATE no canal 12 da NET ou
no seu computador no site da TV ALERJ
http://www.alerj.rj.gov.br/tv_alerj.asp

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Sérgio Cabral não cumpre as decisões judiciais, apesar de as sentenças já terem transitado e julgado.

Paulo Ramos vai cobrar de Cabral na Justiça


O deputado Paulo Ramos (PDT) afirmou que vai “provocar” a manifestação do presidente do Tribunal de Justiça sobre o crime de responsabilidade que está sendo cometido pelo governador, em relação ao não cumprimentos de decisões judiciais em relação ao plano de cargos, carreiras e salários dos servidores ligados à Saúde.

Antes, na parte da manhã, Ramos recebeu nesta quinta-feira dois sindicalistas ligados à Saúde no programa de entrevistas da TV Alerj, Alerj em Debate. Kaiser de Albuquerque Moreira, filiado ao Sindsprev e diretor da associações de funcionários do Hospital Pedro II, e Clara Fonseca,  diretora do Sindsprev e presidente da associação de funcionários do Hospital Rocha Faria, se queixaram que o governador Sérgio Cabral não cumpre as decisões judiciais, apesar de as sentenças já terem transitado e julgado.

O programa Alerj em Debate vai ao ar neste sábado às 22h30 e no domingo às 18 horas.



Assista o DEBATE no canal 12 da NET ou


no seu computador no site da TV ALERJ


http://www.alerj.rj.gov.br/tv_alerj.asp