quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Pacientes reclamam que falta médico em UPA da Taquara, mas secretaria de Saúde nega

Pacientes que tentam atendimento na UPA 24 horas da Taquara reclamam que não há médicos de plantão na unidade neste domingo. A dona de casa Paloma Costa, de 28 anos, levou os dois filhos, de 2 e 8 anos, com febres e dores, para buscar um pediatra, e foi informada por funcionários de que não há médico trabalhando, apenas enfermeiros:
- Eles só disseram isso e ponto. Nem em encaminharam para lugar nenhum - disse Paloma, revoltada.
A Secretaria Estadual de Saúde, no entanto, afirma que a UPA está funcionando normalmente, e que as reclamações não procedem. Segundo a assessoria de imprensa da Saúde, na UPA se encontram três socorristas e dois pediatras. O órgão diz ainda que é feita uma ronda diariamente em cada unidade e que são levantados os nomes dos faltosos.

O Globo

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Sérgio Cortês, secretário de Saúde do Rio de Janeiro, não será ministro

Deus ouviu as nossas preces e Sérgio Cortês, Secretário de Saúde do Rio de Janeiro, não será ministro. A pasta será ocupada por Alexandre Padilha, médico infectologista.

Leia:
  1. Tenente-coronel que denunciou mega-escândalo na Saúde do governo Cabral acaba punido Difícil de ententer ou talvez seja para não haver entendimento algum. O tenente-coronel bombeiro José Carlos Cunha, que denunciou um enorme escândalo na Secretaria de Saúde do governo Sérgio Cabral...
  2. Tribunal de Contas já começa a analisar os contratos do governo Cabral na Secretaria de Saúde Todos os contratos entre a Secretaria de Saúde do Estado e a empresa Toesa já são alvo de investigações por parte do Tribunal de Contas. A empresa pode ter sido...
  3. Suspeita de superfaturamento na Saúde, empresa ganhou 274 vezes mais no governo Cabral As coisas parecem cada vez mais estranhas nas relações entre a Secretaria de Saúde do Estado e a empresa Toesa. Um contrato entre as duas partes já está sob investigação...
  4. Secretaria de Saúde do estado, sob suspeita de mega escândalo, é defendida por Sérgio Cabral A suspeita de superfaturamento na secretaria de Saúde do Estado (alvo de investigação dos Ministérios Públicos Estadual e Federal) tem novos ingredientes que indicam fortes possbilidades de irregularidades administrativas. Pela...
  5. Suspeita de superfaturamento derruba um dos homens fortes da saúde no Governo Sérgio Cabral Alvo de investigações do Ministério Público e de várias denúncias, especialmente do ex-governador Anthony Garotinho (denúncia 1 e a denúncia 2, de 20 de abril), a Secretaria de Saúde do...

A FALTA QUE O HOSPITAL PEDRO II FAZ

Moradores protestam contra descaso em posto de saúde de Paciência

Moradores de Paciência, querido reduto do prefeito Eduardo Paes durante as eleições, fizeram  um protesto contra a precariedade do serviço de pronto-atendimento do Posto de Saúde João Batista Chagas. A unidade funcionava 24 horas em plantão de emergência, fazendo até pequenas cirurgias — mas, hoje, tornou-se prudente ninguém adoecer após as 20h e nos fins de semana.
Para quem não se lembra, postos de saúde 24 horas eram uma das promessas de Paes, e uma das principais críticas feitas ao antecessor, César Maia.
Além de faixas e cartazes, moradores vão colocar um caixão pegando fogo em frente à unidade. Pior é que o Hospital Estadual Pedro II, que também atende ao povo da região, desde o incêndio em 14 de outubro não retomou totalmente suas atividades.
Berenice Seara

sábado, 18 de dezembro de 2010

Servidores do Iaserj encaminham dossiê à Dilma Roussef

A Associação de Funcionários do Iaserj (Afiaserj) encaminhou, no último dia 10, à presidente eleita Dilma Roussef, à Advocacia Geral da União (AGU) e ao Conselho Nacional do Ministério Público dossiê sobre as operações irregulares que vêm sendo feitas pelo governador Cabral e pelo secretário de Saúde Sérgio Côrtes, contra o Iaserj. Estão lá todos os documentos, desde a doação do terreno aos servidores da Prefeitura do Distrito Federal em 1930 (época em que o Rio de Janeiro ainda era a capital do país), passando pelo início da construção do prédio central do Iaserj, em 1957, bancada pelos servidores através do desconto de 1% do salário. Mais tarde, este desconto passou a ser de 2%. Além da posição de juristas, da Defensoria Pública da União, sindicatos contra a demolição.

A Afiaserj pede a intervenção da presidente eleita no sentido de garantir os direitos dos servidores do estado sobre o Iaserj. E apontam a ilegalidade e inconstitucionalidade da cessão do Hospital Central do Iaserj para o Inca, e da planejada desativação e demolição do hospital. Sugerem que Dilma interfira junto ao Inca, que é federal, e ao governador Cabral no sentido de abrir um canal de negociação com os servidores do estado e com os servidores do Iaserj para que se encontra uma solução alternativa à demolição.

SINDSPREVI