segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Dia 18, grande ato contra privatização de hospitais do município do Rio

A Frente de Luta Contra a Privatização da Saúde no Rio de Janeiro, criada nessa quinta-feira (10/02), no auditório do Sindsprev/RJ, convoca servidores municipais, usuários, conselheiros e todo o movimento popular para um ato público no próximo dia 18, a partir do meio-dia, no Centro Administrativo da Prefeitura do Rio (Piranhão). O objetivo é barrar a licitação prevista para acontecer no mesmo dia e local, para a escolha das Organizações Sociais (OS) às quais o prefeito do Rio, Eduardo Paes, quer entregar as emergências de quatro grandes hospitais municipais.

Visitas aos hospitais

A Frente aprovou ainda, como parte da luta contra a implantação das OSs, a mobilização da categoria, com visitas, sempre às 7 horas da manhã, aos hospitais que podem ser atingidos pelo projeto privatista do prefeito Eduardo Paes: na próxima segunda-feira, 14/02, Hospital Salgado Filho; na terça-feira, Souza Aguiar; na quarta-feira, Miguel Couto; e na quinta-feira, Lourenço Jorge. Além disto, será elaborada carta aos parlamentares sobre as ilegalidades e inconstitucionalidades da entrega dos hospitais às OSs, convovando-os a participar do ato do dia 18 e da audiência do dia 17, em Brasília, com a ministra Carmem Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a inconstitucionalidade de projetos que privatizam a saúde.

Ampliar a Frente

Foi decidido, ainda, ampliar a Frente, com a participação de todos os segmentos da saúde (estadual e federal), também atingidos por várias formas de privatização, processo que irá se aprofundar com a MP 520, editada pelo presidente Lula, no final do seu mandato, e que cria uma empresa privada para gerir os hospitais federais. Serão convocados, também, sindicatos de outras categorias e parlamentares. À reunião dessa quinta-feira compareceu a deputada estadual Janira Rocha (PSOL-RJ), que estará presente no ato do dia 18 e nas visitas aos hospitais. Ela colocou seu gabinete à disposição da luta contra a privatização da saúde. O gabinete do vereador Paulo Pinheiro (PPS) também esteve representado pelo assessor Orlando Roberto Dias.

Nova reunião

Uma nova reunião da Frente de Luta Contra a Privatização da Saúde no Rio de Janeiro, para definir detalhes das visitas e do ato público no Piranhão, foi marcada para a próxima segunda-feira, às 16 horas, no auditório do Sindsprev/RJ (Rua Joaquim Silva, 98-A, Lapa). Na ocasião serão dados, ainda, informes sobre as medidas judiciais cabíveis para impedir a entrega dos hospitais às OSs.

Canto da sereia
A secretaria municipal de saúde vem fazendo reuniões com médicos dos hospitais municipais e postos de saúde, passando a idéia de que a privatização trará o melhor dos mundos para essas unidades. A verdade é que a privatização beneficia apenas grupos particulares, colocando em risco a estabilidade do servidor. Coloca também em risco o atendimento gratuito à população, como acontece em São Paulo.
A entrega de hospitais a Organizações Sociais (chamadas de OSCIPs, em São Paulo)  está há muito tempo em curso. Em dezembro último, a Assembléia Legislativa paulista aprovou projeto, sancionado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), que acaba com a gratuidade em 25% dos atendimentos de alta complexidade na rede hospitalar pública estadual, gerida por organizações sociais. Quando elas foram implantadas naquele estado, o governo paulista também afirmava que não haveria privatização e nem prejuízos para a população usuária do Sistema Único de Saúde (SUS).
Sindsprev

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Sindenfrj aciona Justiça contra privatização das emergências do município

O Sindicato dos Enfermeiros do Rio vai entrar na Justiça para impedir que a Prefeitura entregue o controle de emergências de quatro grandes hospitais da cidade a organizações sociais que já controlam postos do Programa de Saúde da Família. As unidades atingidas são o Souza Aguiar (Centro), Salgado Filho (Méier), Miguel Couto (Gávea) e Lourenço Jorge (Barra). A proposta também prevê a gestão de dois postos de saúde (PAMs Del Castilo e Irajá) pelas OSs.

Batizada pelo secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, de Programa de Emergência e Urgência de Pronto Atendimento, a medida foi anunciada sob a alegação de que agilizará o atendimento e evitará a falta de especialistas. O primeiro a ser atingido será o Miguel Couto, provavelmente a partir de junho.

No meio sindical, a medida causou indignação. A presidente do Sindenfrj, Mônica Armada, lembra que a lei municipal 5.026/2009 (das OSs) só permite a gestão de organizações sociais no Programa de Saúde da Família e em novas unidades. Segundo ela, a aprovação da lei, em maio de 2009, causou polêmica e ocorreu sob protestos de servidores da saúde e da educação.

- Por causa da pressão do funcionalismo e das entidades que os representam, a Prefeitura recuou em alguns pontos para conseguir aprovar o projeto. Entre eles o que proíbe a transferência de gestão de unidades antigas para organizações sociais. Logo, repetiremos a pressão e acionaremos a Justiça para impedir mais essa investida contra a saúde pública.

Mônica lembra também que as contratações pelas OSs vão preterir os aprovados no concurso de 2008.

Alô MPE!!!

Prefeitura entregará setores de 4 hospitais e 2 PAMs a organização social, para agilizar atendimento e evitar falta de médicos

O GLOBO 05/02/11- As organizações sociais (OS), hoje responsáveis por administrar e contratar pessoal para os 28 postos do Programa de Saúde da Família no Rio, ampliarão sua atuação no setor. Uma delas ficará a cargo da gerência e do atendimento nas emergências dos quatro grandes hospitais da prefeitura: Souza Aguiar (Centro), Miguel Couto (Gávea), Lourenço Jorge (Barra da Tijuca) e Salgado Filho (Méier). Além deles, dois PAMs (Del Castilho e Irajá) serão incluídos no projeto de terceirização das emergências. O programa é uma tentativa da prefeitura de reorganizar o sistema, para agilizar o atendimento a pacientes e evitar a falta de especialistas.  

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"O Sérgio Côrtes inventou a FIOTEC e o Hans a Organização Social".

 DE ONDE VEM A GRANA PARA A "ORGANIZAÇÃO SOCIAL" PAGAR OS SALÁRIOS ? QUAL A FONTE DA RECEITA DESSAS "ORGANIZAÇÕES" ? QUEM SÃO SEUS CONTROLADORES ?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

HOSPITAL PEDRO II FECHADO PARA BALANÇO (???)

COLUNA DA BERENICE SEARA ( JORNAL EXTRA 05/02/11 )

reprodução

O Hospital Pedro II, ao que parece, não tem data para reabrir. Depois de sofrer um incêndio em 14 de outubro, a secretaria estadual anunciou que a unidade ficaria seis meses fechada - apenas para a primeira reforma ser feita nos três primeiros andares, fora outros seis mais acima.Depois disso o Governador Sérgio Cabral teve uma idéia melhor: jogou o pepino no colo do prefeito Eduardo Paes.

Assim foi e, desde então, nada mais. A um requerimento de informações de um certo parlamentar, a Casa Civil limitou-se a dizer que... um grupo de trabalho vai gerenciar a transferência.

Apenas isso: não há datas ou sequer projetos de obras para reabertura daquele que já foi o maior hospital da Zona Oeste - terra fundamental na eleição de Paes.

GOVERNO MALDITO

 TEMOS UM GOVERNO QUE NÃO SE INCOMODA COM A DESGRAÇA DO POVO. QUE PARA
CONSEGUIR SUAS PRIVATIZAÇÕES , TERCEIRIZAÇÕES, FUNDAÇÕES PRIVADAS
INCONSTITUCIONAIS,  QUALQUER DESTES ARTIFÍCIOS PARA GANHAR DINHEIRO, É
CAPAZ  DE QUALQUER COISA, JÁ DESTRUIU  O IASERJ, HOSPITAL SÃO
SEBASTIÃO, O HOSPITAL PEDRO l l  AGORA É O DA VEZ , JÁ VEM TENTANDO
PRIVATIZAR ESTE HOSPITAL A VÁRIOS ANOS, CONTRARIANDO O ART. 37 DA
CONSTITUIÇÃO FEDERAL.   A LUTA DOS SERVIDORES É QUE VEM IMPEDINDO,
QUEREM IMPLANTAR UM CENTRO DE ORTOPEDIA SÓ PARA PODER DESVIAREM VERBAS
PARA VÁRIAS EMPRESAS, INCLUSIVE , EMPRESAS  INVESTIGADAS PELO
MINISTÉRIO PÚBLICO , O POVO NÃO QUER UM CENTRO ORTOPÉDICO PARA
SATISFAZER O SONHO DE CONSUMO DESTE SECRETÁRIO, QUER UM HOSPITAL QUE
TENHA TODOS OS ATENDIMENTOS, SEM CURRAIS DE EMPREGO ,NEPOTISMO, SEM
DESVIO DO DINHEIRO PARA TERCEIROS, AO INVÉS DE SER USADO DIRETAMENTE
PARA O POVO, PEDIMOS QUE  INVESTIGUEM    POIS O SINDSPREV JÁ HAVIA
DENUNCIADO AO MINISTÉRIO PÚBLICO VÁRIOS OUTROS A ",CIDENTES": PEQUENOS
INCENDIOS, DERRAMAMENTO DE PRODUTO TÓXICO NO ESTACIONAMENTO, COMO
EXPLICAR A INTERDIÇÃO DA GARAGEM, SEM QUE HOUVESSE QUALQUER
INVESTIGAÇÃO, OU PELO MENOS INFORMAÇÃO SOBRE ELA.
O SECRETÁRIO SÉRGIO CORTES VEM SENDO DENUNCIADO PELA IMPRENSA POR
VÁRIAS ILEGALIDADES, FOI ARROLADO NA ALERJ EM AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA
EXPLICAR VÁRIOS FATOS, INCLUSIVE SOBRE ESTES PEQUENOS ACIDENTES
DENUNCIADOS PELO SINDSPREV.   INSATISFEITO COM A PERGUNTA DO
REPRESENTANTE DA GLOBO SOBRE A FRAUDE DOS REMÉDIOS,  O GOVERNADOR
DISSE QUE 80 MILHÕES ERAM QUANTIAS  IRRISÓRIAS,  VIVE FALANDO EM
PREGÃO ELETRÔNICO COMO SE TODOS NÓS FOSSEMOS IDIOTA, E COMO SE A GLOBO
NÃO TIVESSE PROVADO EM SUAS REPORTAGENS QUE O PREGÃO ELETRÔNICO É
FALHO, TALVEZ SÓ UM INSTRUMENTO PARA LIVRAR DE FISCALIZAÇÕES, FALA A
TODO MOMENTO NO FILME TROPA DE ELITE, PARA FAZER PROPAGANDA POLÍTICA
DE SEGURANÇA, SE O FILME TROPA DE ELITE TIVESSE SIDO VISTO ANTES DAS
ELEIÇÕES, SER´QUE SERIA" ELEITO "
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, PEDIMOS QUE RETIRE ESSES DITADORES QUE
COMEÇAM A APARECER NOVAMENTE OU ENTÃO ENTREGUE OFICIALMENTE A ELES O
CETRO E A COROA

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Capitão Bombeiro é preso por enviar SMS para o secretário de Saúde "SÉRGIO CÔRTES".

Foi publicada no último boletim reservado do CBMERJ (27/01/2011) a punição de 12 DIAS de PRISÃO do Cap BM Lauro Botto, por reivindicar, através de uma mensagem de texto (SMS) enviada ao secretário Sérgio Côrtes, tratamento JUSTO aos verdadeiros BOMBEIROS que hoje estão subordinados à Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil.

O anacronismo dos regulamentos disciplinares dos militares estaduais ainda permite que tais situações como essa ocorram, ao arrepio do que preconiza a Constituição Cidadã de 1988. Militares Estaduais do Rio de Janeiro (BBMM/PPMM) têm limitados direitos garantidos constitucionalmente e sequer têm respeitado seu direito a livre manifestação do pensamento.
E parece que a partir de agora o ex-tenente médico demissionário, ex-futuro ministro da saúde e investigado pelos ministérios públicos estadual e federal, secretário Sérgio Côrtes, começou a revelar a nova maneira de lidar com as legítimas reivindicações da tropa: PRISÃO!
O Capitão Lauro Botto foi candidato a Deputado Federal(PV/RJ) nas últimas eleições e atualmente é suplente à uma vaga na Câmara dos Deputados, onde tramita o projeto de criação de um piso salarial para bombeiros e policiais de todo o país (PEC 300), sendo o referido oficial BM um dos maiores entusiastas da matéria no estado do Rio de Janeiro. Desde o ano de 2007, o Cap Lauro Botto participa de movimentos reivindicatórios legítimos e pacíficos e, apesar de sua ficha disciplinar ser livre de qualquer advertência ou punição, já fora transferido de quartel por 5 vezes no últimos 03 anos.
Enquanto isso, continua o desrespeito às funções constitucionais do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro (UPA/SAMU/RecCadáveres), continua o desrespeito à escala remuneratória dos militares estaduais (Op.Dengue, UPA, SAMU, "Boi-Lambeu", "350,00",...), continuam a perceber o PIOR SALÁRIO DO BRASIL, continua o desrespeito à paridade de vencimentos entre ativos e inativos do CBMERJ, continua a enorme insatisfação da tropa com o governo que declaradamente discrimina os BBMM, continuam sem Rio Card (auxílio-transporte) todos os Bombeiros do Rio de Janeiro e continua em um crescente sem fim a desmotivação de 99% dos "Homens de Cáqui" do CBMERJ.
E quem vai PRESO é o Capitão...


FONTE

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Medidas da Alerj para afastar o povo não impedem protesto na posse de deputados





Nem mesmo o vergonhoso esquema de segurança montado pela Alerj — que cercou aquela casa legislativa para impedir a entrada da população em suas galerias — evitou que servidores públicos, representantes de movimentos sociais, estudantes, sindicatos, associações de moradores da zona oeste e pacientes do Hospital Estadual Pedro II cobrassem, nessa terça-feira (1/01), solução urgente para os graves problemas de saúde, educação, moradia, emprego e infra-estrutura. Na posse dos 70 novos deputados estaduais, os manifestantes também exigiram a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a saúde estadual e em todos os 92 municípios do Estado do Rio.
Com faixas, cartazes e um carro de som, parte expressiva dos manifestantes que compareceram à porta da Alerj nessa terça-feira é da base de apoio à deputada estadual Janira Rocha, diretora licenciada do Sindsprev/RJ eleita em outubro de 2010. Além das cercas de metal, os trabalhadores foram impedidos de se aproximar das escadarias da Alerj por soldados do batalhão de choque da PM. “Para impedir a nossa entrada, alegaram que era uma posse para os parlamentares e que o espaço era restrito, o que é inaceitável para uma casa que se diz ‘do povo’. Vimos aqui para exigir moradia às famílias de Nova Sepetiba [zona oeste] e uma CPI da saúde para investigar desvios de verbas, responsabilizar os governos pelo sucateamento das unidades e fechamento de hospitais, como aconteceu com o Pedro II”, afirmou o diretor do Sindsprev/RJ Gilberto Custodio de Mesquita.
Mobilização popular
“É importante prestarmos atenção porque estamos num momento muito difícil para o país. Aqui no Rio a Alerj tentou aprovar a privatização da saúde através das fundações, o que não podemos aceitar. A população tem que sair às ruas e o mandato da companheira Janira deve estar  atrelado aos movimentos sindical, social e de trabalhadores informais das ruas do Rio”, completou o também diretor do Sindicato Julio Cesar Tavares.
Coordenador do Sindsprev Comunitário nos KMs 32 e 34, em Nova Iguaçu, Antonio Oliveira de Andrade protestou contra o que classificou de mentira. “Em 2010 muitos dos que estão tomando posse hoje estiveram nas comunidades pedindo voto, mas agora proíbem o povo de chegar até nas escadarias. Continuaremos cobrando o que é nosso, como o direito à saúde, à educação e uma solução para o desaparecimento de mais de 400 crianças no Estado do Rio nos últimos anos. Vamos cobrar mais empenho da nova legislatura. Com Janira temos certeza de que essa luta vai avançar mais, pois o mandato dela é nosso também”, disse.
Coronel da Policia Militar (PM), Paulo Ricardo Paúl protestava com um grupo de policiais, cobrando apoio dos novos deputados a um novo piso salarial da categoria, previsto na PEC 300, e a uma CPI para investigar e responsabilizar as autoridades governamentais pelas tragédias ocorridas nas recentes chuvas. “Todo ano é assim. Morre muita gente e ninguém é preso ou punido. Foi assim nas tragédias de Angra dos Reis, do Morro dos Prazeres, do Morro do Bumba e agora da região Serrana. As autoridades têm que responder por sua omissão”, explicou ele, enquanto distribuía panfletos com pedido de apoio à proposta.
Manifestantes que se revezavam no carro de som criticaram duramente o aumento de 62% que, em dezembro de 2010, os deputados federais deram a si próprios, medida que já está causando um efeito cascata em diversas assembleias legislativas e câmaras municipais país afora. Outra dura crítica foi dirigida ao governo Dilma (PT) por sua resistência em dar um aumento maior ao salário mínimo.
‘Queremos moradia, saúde e educação’


Servidor da educação no município e militante do Sindicato Estadual dos Profissionais em Educação (Sepe-RJ), Jalmir Gomes da Silva lembrou as reivindicações não atendidas da categoria. “Além de salários dignos, queremos o descongelamento do Plano de carreira dos servidores, que é lei mas não foi cumprido, o fim da terceirização e a abertura de concurso”.
“A saúde do povo do Rio e sobretudo da Zona Oeste está esquecida. Nosso povo está morrendo. O Hospital Rocha Faria já não agüenta mais. Exigimos medidas urgentes dos novos deputados. Queremos moradia, saúde e educação. É isso o que queremos”, falou a diretora do Sindsprev/RJ e servidora da saúde estadual, Clara Fonseca, que criticou a instalação, na Alerj, de um posto para recolher doações às vítimas das chuvas na região serrana. “É uma farsa montar posto de doação porque a Alerj tem dinheiro para enviar doações por conta própria e, se quisesse ajudar de verdade, já teria feito”.
Participaram da manifestação em frente à Alerj moradores de Nova Sepetiba, dos KMs 32 e 34 (Nova Iguaçu), Vila Aliança e Morro do Estado (Niterói). Entre as entidades presentes, além do Sindsprev/RJ, enviaram representantes o Sepe-RJ, Conlutas – CSP, PSOL e PSTU. 


TEXTO:SINDSPREV